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Educação

Brasileira de 20 anos conquista prêmio internacional em biologia quântica

Redação Blé NewsRedação Blé News
04 de março de 2026 às 07:32· Atualizado em 14/03/2026 às 21:49

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Gabriela Frajtag, de 20 anos, venceu menção honrosa em um dos principais concursos internacionais de biologia quânticaCientista carioca Gabriela Frajtag
Gabriela Frajtag, de 20 anos, venceu menção honrosa em um dos principais concursos internacionais de biologia quânticaCientista carioca Gabriela FrajtagGabriela Frajtag/Arquivo Pessoal

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Carioca Gabriela Frajtag recebe menção honrosa em concurso global promovido pelo FQxI e reforça protagonismo científico do Brasil

A jovem cientista carioca Gabriela Frajtag, de apenas 20 anos, acaba de colocar o Brasil em destaque no cenário internacional da ciência. Ela recebeu menção honrosa em um dos principais concursos mundiais dedicados à biologia quântica, promovido pelo Foundational Questions Institute (FQxI), em parceria com o Paradox Science Institute e o Idor Ciencia Pioneira.

A premiação distribuiu US$ 53 mil (cerca de R$ 300 mil) aos melhores ensaios. Gabriela foi contemplada com US$ 3 mil após responder à provocativa pergunta: “A vida é quântica?”

A trajetória da jovem começou ainda na infância, participando de olimpíadas científicas em diversas áreas. O interesse multidisciplinar a levou à Ilum Escola de Ciência, em Campinas (SP), vinculada ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), onde também está instalado o Sirius, um dos aceleradores de elétrons mais modernos do mundo.

O ponto de virada veio em 2024, durante a primeira Escola de Biologia Quântica, realizada em Paraty (RJ), dentro das celebrações do Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas, proclamado pela Unesco.

Mesmo sem atuar diretamente na área, Gabriela optou por escrever um ensaio histórico sobre a formação da biologia quântica — campo emergente que investiga como fenômenos da mecânica quântica podem influenciar processos biológicos, como a fotossíntese e até a navegação de aves migratórias.

Formada em primeiro lugar na graduação em 2025, ela afirma que o reconhecimento foi uma surpresa — e também um incentivo para seguir carreira acadêmica no exterior.

É um campo muito novo, com muito espaço para crescer. Participar disso tão cedo é uma responsabilidade e também uma motivação”, destacou.

O prêmio reforça a presença de jovens brasileiros nos debates científicos globais e evidencia o potencial da ciência produzida no país.


Fonte; Agência Brasil

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