Renan Machado, irmão de Anitta, celebra 12 anos de feitura no Candomblé: “A decisão mais importante da minha vida”

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Empresário relembra nas redes sociais sua iniciação na religião e destaca como a espiritualidade moldou sua trajetória pessoal e profissional.
O empresário Renan Machado, irmão da cantora Anitta, celebrou nesta segunda-feira (9), um marco importante em sua vida espiritual: 12 anos de feitura em orixá no Candomblé. Em publicação nas redes sociais, ele refletiu sobre a importância da religião em sua trajetória e afirmou que sua iniciação foi “a decisão mais importante” que já tomou.
Na publicação, Renan compartilhou uma mensagem emocionante sobre o impacto da religião em sua formação pessoal.
“Há exatos 12 anos eu me iniciava no Candomblé. A decisão mais importante da minha vida. O homem, o pai, o filho, o profissional que sou hoje é fruto da minha fé”, escreveu.
A declaração repercutiu entre seguidores e praticantes das religiões de matriz africana, que celebraram o momento e reforçaram a importância da espiritualidade na construção de identidade e valores.
Religião também presente na vida de Anitta
Assim como o irmão, Anitta também é iniciada à orixá no Candomblé. A cantora é filha do orixá Lógun-Ẹ̀dẹ, divindade ligada à caça e à pesca, considerada uma das figuras mais simbólicas do panteão afro-brasileiro.
Filho de Oxum (Ọ̀ṣun) e Oxóssi (Ọ̀ṣọ́ọ̀sì), Lógun-Ẹ̀dẹ é frequentemente chamado de “Príncipe dos Orixás no Brasil” e representa a dualidade entre as águas doces e as matas — vivendo simbolicamente seis meses em cada um desses ambientes.
Fé, cultura afro e música
A espiritualidade também aparece no trabalho artístico da cantora. Em 2024, Anitta compartilhou imagens gravadas em um terreiro para promover o clipe da música “Aceita”, faixa presente no álbum “Funk Generation”.
Na ocasião, ela explicou que a música dialoga diretamente com sua fé e também com a cultura afro presente no funk brasileiro.
“Tem a ver com a minha religião, mas também com a cultura funk, que nada mais é também que cultura afro. É sobre mistura e quebra de preconceitos religiosos que eu sempre gosto de fazer no meu trabalho e na minha vida”, afirmou a artista na época.
Representatividade e combate ao preconceito religioso
A presença de artistas e figuras públicas assumindo sua fé em religiões de matriz africana tem sido vista como um passo importante na luta contra a intolerância religiosa no Brasil.
Para muitos seguidores, relatos como o de Renan ajudam a ampliar o debate sobre respeito, ancestralidade e valorização da cultura afro-brasileira.
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