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PF deflagra Operação Força Integrada III com 93 prisões em 16 estados

Redação Blé NewsRedação Blé News
08 de julho de 2026 às 13:04

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Operação Força Integrada III mobiliza 16 estados contra facções criminosas
Operação Força Integrada III mobiliza 16 estados contra facções criminosasOperação Corona/Polícia Federal

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Mais de 180 mandados de busca e apreensão são cumpridos em operação coordenada pelas FICCOs para combater organizações criminosas, tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (8), a Operação Força Integrada III, uma das maiores ofensivas nacionais contra organizações criminosas realizadas neste ano. A ação acontece simultaneamente em 16 estados brasileiros e reúne forças de segurança federais e estaduais para cumprir 180 mandados de busca e apreensão, 93 mandados de prisão e diversas medidas cautelares autorizadas pela Justiça. As investigações envolvem crimes ligados ao tráfico de drogas, tráfico de armas, lavagem de dinheiro, homicídios, roubos de cargas e atuação de facções criminosas.

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PF deflagra Operação Força Integrada III com 93 prisões em 16 estados

Operação Força Integrada III reúne ações simultâneas pelo país

A ofensiva foi coordenada pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), estrutura criada para integrar a atuação da Polícia Federal e das forças estaduais no enfrentamento às organizações criminosas.

As operações acontecem de forma simultânea em diferentes regiões do Brasil, atingindo grupos investigados por crimes como tráfico interestadual de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de dinheiro, homicídios, roubos de cargas e distribuição de insumos utilizados na adulteração de entorpecentes.

Segundo a Polícia Federal, o objetivo é enfraquecer financeiramente essas organizações por meio do cumprimento de prisões, buscas, bloqueios patrimoniais, sequestro de bens e outras medidas determinadas pelo Poder Judiciário.

Ao integrar diferentes órgãos de segurança, as FICCOs conseguem compartilhar inteligência policial e ampliar a capacidade de investigação contra grupos que atuam em diversos estados.

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Principais operações realizadas durante a força-tarefa

Diversas operações foram deflagradas dentro da Operação Força Integrada III, cada uma voltada para uma investigação específica.

Operações contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Em Manaus, a Operação Torre 8 investiga crimes relacionados ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

No Ceará, a Operação Conexão Amazônia cumpre 16 mandados em quatro estados e também realiza bloqueios patrimoniais.

Na Paraíba, a Operação Consigliere executa 46 mandados de busca e 13 prisões preventivas relacionadas ao tráfico de drogas e lavagem de capitais.

Já no Rio Grande do Norte, a Operação Matriarca mira uma organização criminosa investigada por tráfico e lavagem de dinheiro.

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Investigações contra facções criminosas

No Pará, a Operação Coalizão – COP VIII concentra uma das maiores ofensivas da força-tarefa, com 32 prisões preventivas e 32 mandados de busca.

Em Minas Gerais, a Operação Borak combate uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, homicídios e posse ilegal de armas. Entre as medidas determinadas pela Justiça está a retirada de câmeras de vigilância instaladas irregularmente em vias públicas.

No Maranhão, Mato Grosso do Sul e Piauí, outras operações também cumprem prisões preventivas e temporárias contra suspeitos de integrar facções criminosas.

Roubos de cargas também entram na mira da operação

Além do combate ao tráfico, a força-tarefa atua contra quadrilhas especializadas em roubos de cargas.

No estado de São Paulo, a Operação Desatrela investiga uma associação criminosa voltada ao roubo de caminhões e cargas.

Também em São Paulo e no Paraná, a Operação Argenti Lardum cumpre mandados relacionados a furtos, roubos e receptação de cargas, além do bloqueio de bens dos investigados.

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Como funcionam as FICCOs

As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado foram criadas para permitir a atuação conjunta entre instituições federais e estaduais no enfrentamento ao crime organizado.

A integração facilita o compartilhamento de informações de inteligência, aumenta a eficiência das investigações e permite operações simultâneas em diferentes regiões do país.

Esse modelo é considerado estratégico porque muitas organizações criminosas atuam além das fronteiras estaduais, movimentando drogas, armas, dinheiro e mercadorias ilícitas por diversos estados brasileiros.

A expectativa das autoridades é que as ações desta quarta-feira resultem não apenas na prisão dos investigados, mas também no enfraquecimento financeiro das organizações criminosas por meio do bloqueio de patrimônio e da apreensão de bens utilizados nas atividades ilegais.

Com informações da Agência Brasil

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